Olhão: ‘Bô’ quer sambar, batucar ou flamengar, tudo sem preconceitos?

Onde é que se pode sambar e ver capoeira, dançar coladeras, funaná ou flamenco, entre outros ritmos, como as danças orientais, o jazz, a guitarra portuguesa e Orquestra de Ritmos do Algarve? ‘Bô’ (você) pode ir ao Festival multicultural Olhares, no Jardim Pescador Olhanense. Saiba mais.

Como diz o criolo de Cabo Verde, Bô (você) poderá participar entre 30 de Junho e 3 de Julho, nos “olhares para quebrar preconceitos”, o objetivo da segunda edição do festival multicultural que, asseguram os organizadores, a Associação Movimento Juvenil em Olhão (MOJU), quer “continuar a promover o diálogo sobre as culturas das comunidades imigrantes”.

Entre as propostas do certame constam a música, dança, artesanato, teatro, gastronomia e exposições que procurarão exprimir a diversidade cultural dos habitantes do concelho.

Haverá representantes das comunidades dos países da lusofonia (Brasil, Cabo Verde e evidentemente Portugal) mas também da Ucrânia, Roménia e Moldávia.

Amar Guitarra leva os sons da guitarra portuguesa

A 30 de Junho, dia da abertura do Festival, o grupo Amar Guitarra com os sons da guitarra portuguesa e a Orquestra de Ritmos do Algarve (ORA) dividem o palco com “Las niñas” grupo de dança cigana e também com os “Doina” de folclore romeno e moldavo.

Na sexta feira, a Banda Atlântica e a sua música africana aquecem o ambiente, participando na festa o projeto “Agarrà onda” de capoeira, o grupo de flamenco das “Escolhas vivas” a que se junta dança africana dos “Rebentolas” e Movimento K, entre outros.

Beat brasuca e batucadeiras verdianas

No sábado, 2 de julho, o destaque vai para a banda “Rio beat” de música brasileira e para as “Batucadeiras” que não deixam ninguém ficar quieto, interpretando o tradicional funaná de Cabo Verde.

O exotismo das danças orientais chega com o grupo “Akhwat al raks”, mas atuarão os “Afromania” e os “Ginga show”, com música e dança africana e brasileira.

Antes da farra, há teatro na Sociedade Recreativa Olhanenses, com a peça “A minha camisola vale mais que a tua”.

O último dia do festival, domingo, traz à marginal de Olhão o grupo folclórico de Moncarapacho, a ‘Jàzzaria’ e ainda a cantora caboverdiana Celina Pereira que anima o baile.

Ao longo de todo o certame a marginal de Olhão mostra uma feira de artesanato e servem-se jantares de gastronomia típica dos diversos povos que assim cumprem aquela máxima “não se conhece uma cultura, se não se provar a sua gastronomia”.

Toda a programação está disponível aqui .

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